Descrição
Muitos textos são bússolas ao contrário; não apontam o Norte, mas o coração. Maurilio escreve no Ritmo das Horas. O passado não se perde, curva-se em espirais de emoções e saudade. Suas
palavras não se exibem, assentam-se em dignidade, conscientes do peso e da leveza do verbo. Na palma da sua escrita, o cotidiano ergue-se em poesia, a educação torna-se rito e o tempo, viajante inquieto, dobra-se em reencontros. Não há vulgaridade na pena, há sabedoria; o simples é sagrado, e o agora, eternidade.





